O carnaval de Salvador pode ser denominado como o maior evento popular do planeta. São milhares de pessoas brincando e pulando ao som dos trios elétricos
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| Aldo Werner e, da Yamaha, e Saulo, da banda Eva |
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Esses grandes caminhões são verdadeiros palcos sobre rodas em que são acoplados: dois geradores de energia, 50 amplificadores de áudio, sistema de sonorização com caixas acústicas de baixa frequência, média baixa, média alta, e alta frequência, processadores de áudio (compressores, gates, equalizadores gráficos e etc), mixers analógicos ou digitais, além de camarotes, banheiros, salas de refeições, sistema de iluminação com painel de leds, entre outras funcionalidades.
Tudo isso funcionando na mais perfeita harmonia durante sete horas (em média) e por sete dias seguidos. Pode-se dizer que o carnaval de Salvador é um verdadeiro teste de resistência para todos os equipamentos que lá estão em funcionamento.
Neste ano a Yamaha Musical do Brasil, juntamente com a loja Vitória Som, de São Paulo, participaram ativamente do carnaval de Salvador. A Yamaha, principal fabricante de mixers digitais do mundo, mostrou a confiabilidade de seus produtos ao enviar três mixers do modelo PM5D RH para os principais trios elétricos de Salvador: Chiclete com Banana, Trio Voyage e Trio Alucinante.
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Essa iniciativa foi uma ideia de José Junior de Souza, conhecido como Juninho, gerente comercial da loja Vitória Som. O intuito era levar os mixers digitais para estes três Trios Elétricos e estar presente para dar qualquer tipo de suporte técnico durante os dias de folia. Para a surpresa de toda a equipe o número de trios elétricos usando os mixers digitais da Yamaha passou dos três iniciais. Carros como o da cantora Daniela Mercury estavam usando uma M7CL, a Fubica de Dodô e Osmar também estava usando uma M7CL, a cantora Claudia Leite estava usando uma LS9 32. Todos tiveram o apoio de Aldo Werner, que é supervisor de produtos Pro Áudio da Yamaha e Caio Lenzi, integrante da área comercial da multinacional japonesa.
A MUDANÇA PARA OS DIGITAIS
Por muito tempo o mixer analógico sempre foi preferência nos trios elétricos, pelo simples fato de que duas pessoas poderiam usar a mesma superfície ao mesmo tempo, além do costume enraizado na cabeça das pessoas. A visita da equipe técnica da Yamaha à capital baiana também foi de grande valia para desmistificar esses fatos e mostrar a intuitividade de uso dos mixers digitais.
Alguns técnicos que estavam um pouco inseguros em utilizar um mixer digital Yamaha puderam contar com todo o suporte técnico que começava às 8 horas da manhã e ia até quase 4 horas da madrugada do dia seguinte. A dupla da Yamaha, Aldo e Caio, acompanhava a montagem do equipamento e passagem de som. Neste meio tempo era possível tirar dúvidas, ouvir algum relato que tenha acontecido na noite anterior e, para alegria da equipe, ficar sabendo que nada de grave aconteceu.
Os consoles digitais mostraram a sua qualidade e confiabilidade com a estabilidade e sonoridade dos equipamentos nestes sete dias de uso contínuo, sob um sol de quase 40 graus e chuvas intermitentes, não foi relatado nenhum travamento ou perda de funções.
O trio elétrico Rex, da Banda Chiclete com Banana, chamou a atenção pelo fato de nunca ter recebido um mixer digital antes. “É diferente utilizar um mixer digital em um show convencional e usar em um trio elétrico, este foi o nosso desafio: fazer com que o grupo se sentisse seguro em usar a PM5D RH no Rex”, relata Aldo Werner. Graças à experiência de anos no Chiclete com Banana, Aldo, juntamente com os técnicos Antônio e Márcio, foi possível tudo sair perfeito.
O grupo Eva, que tem como técnicos Jacksandro e Taquari, também utilizou a PM5D RH e comprovou a sua sonoridade e estabilidade durante o carnaval de Salvador. Durante as passagens de som e line check, os principais temas discutidos foram: estrutura de ganho de um mixer digital, patch bay, como salvar cenas e studio manager.
É muito importante salientar o profissionalismo de todos os técnicos que trabalharam durante o carnaval de Salvador, não só aqueles que usaram os mixers Yamaha, mas também aqueles que usaram outras marcas tanto em equipamentos digitais, como nos analógicos. “Devo dizer que não é fácil trabalhar em condições tão desfavoráveis em que o show depende não só do mixer, mas de uma equipe técnica composta por pessoas competentes e com um só propósito, o de fazer um grande espetáculo”, avalia Werner.
A Yamaha ficou satisfeita com os resultados e com os comentários de todos que usaram os seus consoles digitais e agradece aos donos dos Trios e equipes de produção pela permanência da equipe em cima do trio elétrico durante os percursos.
